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Por que o Superman rejeitou a Mulher-Gavião na Liga da Justiça?

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Na lendária HQ Justice League of America #31, de Gardner Fox e Mike Sekowsky, Gavião Negro e Mulher-Gavião (conhecida na época como Hawkgirl) são abordados pelo Átomo, que traz ótimas notícias. Ou não.

O Gavião Negro é convidado para fazer parte da Liga da Justiça! Infelizmente, porém, sua esposa é vetada!

Átomo informa ao casal de heróis que os estatutos da Liga “permitem receber apenas um membro de cada vez”. Mulher-Gavião não parece ligar muito no momento, pelo contrário, fica até feliz pelo Gavião receber o convite..

Tudo isso acontece por causa de uma regra, criada pelo Superman que diz que existe uma regra criada por ele onde não são admitidos poderes repetidos no grupo.

Gavião não se conforma e prefere ficar ao lado de sua esposa, exclamando: “A JLA pode ter nós dois – ou nenhum de nós!” Então, Superman concorda em conceder status temporário à Mulher-Gavião enquanto eles se concentram na tarefa em questão. 

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No final dessa história, a Mulher-Gavião é oficialmente aceita pela Liga e o verdadeiro Tornado Vermelho é recebido de volta. É lamentável que, em comparação com outros membros da Liga da Justiça, Mulher-Gavião receba um período probatório tão longo antes de poder ingressar. 

Mesmo a formação original da Liga da Justiça tinha poderes repetidos, com vários personagens possuindo super-força, voo e super velocidade.

O próprio Superman duplica várias das habilidades da Mulher Maravilha, Caçador de Marte, Flash e Lanterna Verde. O principal problema que a DC tinha era muitas personagens femininas junto dos heróis masculinos.

A segunda super-heroína a se juntar à Liga da Justiça foi a Canário Negro, em 1969, quase uma década após a formação da equipe. 

Até a Mulher Maravilha, um dos membros fundadores da Liga, inicialmente desempenhou o papel de secretária na proto-Liga da Justiça, a Sociedade da Justiça. 

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A Sociedade da Justiça

Os quadrinhos percorreram um longo caminho desde os anos 60, com Mulher-Gavião recebendo um quadrinho solo intitulado  Mulher-Gavião em 2006.

Embora a  Liga da Justiça ainda possa ter um grande desequilíbrio de gênero, a DC está se esforçando mais para criar histórias envolventes heroínas fortes, relevantes e com destaque.

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